A BRC Cimento, é a primeira empresa do setor de cimento que abrirá no Brasil seu capital na bolsa de valores
Está aprovado, por audiência pública ocorrida na noite desta segunda-feira (09/08) no município de Rosário Oeste, no Mato Grosso, o projeto da primeira fábrica de cimento no Brasil da BRC Cimento – e será a primeira deste segmento no país a abrir seu capital na bolsa. A informação é do advogado Felício Rosa Valarelli Junior, porta-voz da empresa e sócio do escritório de advocacia Valarelli Advogados Associados, responsável por todo o trabalho de intermediação no negócio e pelo arcabouço jurídico exigido na viabilização do projeto de investimento.
“A audiência conseguiu atrair a participação maciça de representantes da sociedade regional. Foi um sucesso. Além de aprovar o projeto, a comunidade aproveitou para entregar às autoridades estaduais e do município um abaixo assinado, com centenas de assinaturas pedindo a instalação da fabrica”, comentou.
Estiveram na audiência, presidida pela Superintendente de Infraestrutura e Mineração do Estado Lilian Ferreira dos Santos, o procurador estadual responsável pelo meio ambiente Luiz Scalope, a promotora de Justiça do Município Ana Carolina Rodrigues Alves Fernandes Ferraz, representantes da SICME (Secretaria Estadual de Indústria, Comércio, Minas e Energia), da FFIEMT (Federação das Indústrias no Estado do Mato Grosso), prefeito e vereadores do município e da região, além das lojas maçônicas locais e da região.
Valarelli informa que o grupo BRC Cimento aguarda apenas a liberação do Estudo de Impacto Ambiental e do Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima) pela SEMA, para começar imediatamente os serviços de terraplenagem. Isso deve ocorrer no próximo mês, quando haverá reunião do Conselho de Meio Ambiente regional. Nesta última terça-feira (10/08), técnicos da Secretaria Estadual de Meio Ambiente vistoriaram e liberaram o local para a instalação da planta. Já a licença ambiental deve ser liberada
O advogado e porta-voz da BRC Cimento explica que a fábrica de Rosário Oeste, que fica a 128 km de Cuiabá e na região da chamada amazônica legal, vai ser financiada pelo FDA ( Fundo de Desenvolvimento da Amazônia), cujo repasse de verba é feito pelo BASA (Banco da Amazônia).
Para erguer essa unidade no Mato Grosso, serão investidos R$ 800 milhões. A unidade terá capacidade inicial para produção de 1,5 milhão de toneladas anuais, devendo gerar 1.000 empregos diretos na fase de construção e 450 empregos diretos quando estiver funcionando.
Valarelli ainda revela o projeto ambicioso do grupo. “A BRC Cimento é a primeira empresa do país no setor de cimento que abrirá seu capital. A intenção é escolher um sócio, por meio de um leilão já marcado para o próximo dia 20. As principais cimenteiras locais e importantes grupos empresariais nacionais já nos procuraram e estão interessados em entrar no negócio ”, diz Vallarelli, sem revelar nomes dos prováveis parceiros.
Depois do leilão, o plano da empresa é partir para uma abertura de capital em até 18 meses. Se o projeto de IPO (oferta pública inicial de ações) se concretizar, será a primeira empresa do setor de cimentos listada na Bolsa de Valores de São Paulo. O objetivo é captar mais R$ 1,8 bilhão de recursos para a construção das três novas fábricas no Brasil, em diversos outros Estados. A expectativa é atingir, com quatro unidades industriais, uma capacidade total de produção anual de 8 milhões de toneladas nos próximos cinco anos, com um faturamento de R$ 3 bilhões por ano no Brasil até 2014.
Vale ressaltar que a BRC Cimentos escolheu o Mato Grosso para instalar sua primeira planta levando em conta a previsão de demanda de cimento no Estado do Mato Grosso, além da existência de jazidas calcárias em Rosário Oeste. O consumo atualmente na região gira em torno de 125 toneladas/mês. E há previsão de significativo aumento nos próximos anos, até por conta das obras de infraestrutura, já que o MT será uma das subsedes da Copa Mundial de Futebol 2014.
Está aprovado, por audiência pública ocorrida na noite desta segunda-feira (09/08) no município de Rosário Oeste, no Mato Grosso, o projeto da primeira fábrica de cimento no Brasil da BRC Cimento – e será a primeira deste segmento no país a abrir seu capital na bolsa. A informação é do advogado Felício Rosa Valarelli Junior, porta-voz da empresa e sócio do escritório de advocacia Valarelli Advogados Associados, responsável por todo o trabalho de intermediação no negócio e pelo arcabouço jurídico exigido na viabilização do projeto de investimento.
“A audiência conseguiu atrair a participação maciça de representantes da sociedade regional. Foi um sucesso. Além de aprovar o projeto, a comunidade aproveitou para entregar às autoridades estaduais e do município um abaixo assinado, com centenas de assinaturas pedindo a instalação da fabrica”, comentou.
Estiveram na audiência, presidida pela Superintendente de Infraestrutura e Mineração do Estado Lilian Ferreira dos Santos, o procurador estadual responsável pelo meio ambiente Luiz Scalope, a promotora de Justiça do Município Ana Carolina Rodrigues Alves Fernandes Ferraz, representantes da SICME (Secretaria Estadual de Indústria, Comércio, Minas e Energia), da FFIEMT (Federação das Indústrias no Estado do Mato Grosso), prefeito e vereadores do município e da região, além das lojas maçônicas locais e da região.
Valarelli informa que o grupo BRC Cimento aguarda apenas a liberação do Estudo de Impacto Ambiental e do Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima) pela SEMA, para começar imediatamente os serviços de terraplenagem. Isso deve ocorrer no próximo mês, quando haverá reunião do Conselho de Meio Ambiente regional. Nesta última terça-feira (10/08), técnicos da Secretaria Estadual de Meio Ambiente vistoriaram e liberaram o local para a instalação da planta. Já a licença ambiental deve ser liberada
O advogado e porta-voz da BRC Cimento explica que a fábrica de Rosário Oeste, que fica a 128 km de Cuiabá e na região da chamada amazônica legal, vai ser financiada pelo FDA ( Fundo de Desenvolvimento da Amazônia), cujo repasse de verba é feito pelo BASA (Banco da Amazônia).
Para erguer essa unidade no Mato Grosso, serão investidos R$ 800 milhões. A unidade terá capacidade inicial para produção de 1,5 milhão de toneladas anuais, devendo gerar 1.000 empregos diretos na fase de construção e 450 empregos diretos quando estiver funcionando.
Valarelli ainda revela o projeto ambicioso do grupo. “A BRC Cimento é a primeira empresa do país no setor de cimento que abrirá seu capital. A intenção é escolher um sócio, por meio de um leilão já marcado para o próximo dia 20. As principais cimenteiras locais e importantes grupos empresariais nacionais já nos procuraram e estão interessados em entrar no negócio ”, diz Vallarelli, sem revelar nomes dos prováveis parceiros.
Depois do leilão, o plano da empresa é partir para uma abertura de capital em até 18 meses. Se o projeto de IPO (oferta pública inicial de ações) se concretizar, será a primeira empresa do setor de cimentos listada na Bolsa de Valores de São Paulo. O objetivo é captar mais R$ 1,8 bilhão de recursos para a construção das três novas fábricas no Brasil, em diversos outros Estados. A expectativa é atingir, com quatro unidades industriais, uma capacidade total de produção anual de 8 milhões de toneladas nos próximos cinco anos, com um faturamento de R$ 3 bilhões por ano no Brasil até 2014.
Vale ressaltar que a BRC Cimentos escolheu o Mato Grosso para instalar sua primeira planta levando em conta a previsão de demanda de cimento no Estado do Mato Grosso, além da existência de jazidas calcárias em Rosário Oeste. O consumo atualmente na região gira em torno de 125 toneladas/mês. E há previsão de significativo aumento nos próximos anos, até por conta das obras de infraestrutura, já que o MT será uma das subsedes da Copa Mundial de Futebol 2014.